segunda-feira, 24 de abril de 2017

O ciclo da pobreza



Hoje o texto será totalmente ao contrário do que é discutido nesse ambiente. Noutra falávamos de riqueza e como devemos proceder para buscá-la, porém nesse momento senti vontade em compartilhar algumas angustias que me acompanham em algumas situações do dia.


Assim como eu nobre leitor, acredito que você diuturnamente se depara com a realidade brasileira e sua faceta de miséria e pobreza. Como trabalho em uma região urbana, é sabido que a maioria das repartições públicas atendem um sem número de pessoas, e vez por outra fazemos algumas visitas a regiões da cidade, que são esquecidas pelo poder público. Pois bem, na última semana fui a um desses locais e irei compartilhar o que vi.


Foi em uma área de aglomerado (favela para ser bem franco), o lugar fica há alguns quilômetros de distância do centro e próximo a um lixão, que é o principal empregador – mesmo que informal. As ruas eram em sua totalidade esburacadas e sem qualquer tipo de pavimentação. Somado a isso vinha à falta de saneamento básico, literalmente havia merda na rua, e não só de seres humanos, também de animais como cavalos, cabritos e porcos.


As casas, se é que podemos chamar assim, eram um amontoado de paredes irregulares, sem qualquer tipo de sustentação descente, feito que meio no improviso e pendulando para todos os lados a mais leve brisa.


Visitei a comunidade com outros funcionários por volta das 10h da manhã e o que me deixou mais abismado foi o grande número de pessoas desocupadas vagando pelas ruas. Consegui observar em algumas bitacas, adolescentes e jovens em plena forma física e condições de trabalho, bebendo cerveja e cachaça como se final de semana fosse. Embalados por um ruído cacofônico e nitidamente pornográfico (vulgo funck) passavam as horas produtivas do dia como se fosse à coisa mais normal do mundo. Em algumas casas e calçadas podia se perceber garotas novas carregando frágeis crianças no colo, sem saber ao certo o que estavam fazendo.


Não posso esquecer-me do receio que tivemos ao passar por alguns locais que claramente eram comercializado drogas ilícitas. Vi rapazes magricelas com suas sobrancelhas cortadas, tatuagens mal feitas e cabelos descoloridos. Observei também o mau gosto em se vestir, naquelas roupas coloridas e espalhafatosas com imagens de palhaços, armas e símbolos criminosos.






Ao entrarmos em algumas residências pude perceber o quão precário era o local em que essas pessoas viviam. Era um ambiente fétido e de muita sujeira, não se via asseio com nada. Na cozinha quase sempre havia um emanharado de vasilhas sujas de dias anteriores, consegui perceber esse detalhe pelo tamanho das crostas petrificadas que estavam em suas bordas. Nos quartos as roupas sujas e limpas (se é que existiam) ficavam quase sempre em sua totalidade espalhadas pelo chão, cama, e varais improvisados no interior do imóvel.


No entanto, era claro que o patriarca da família quando existia estava trabalhando fora enquanto a mãe cuidava da casa e da prole. Mas como cuidava se a residência estava nesse estado? Outra coisa que percebi é que todas, sem exceção alguma das casas visitadas estavam com televisores ligados e alguém atento a tudo que passava na tela, além dos celulares a tira colo, acompanhado dos toques de mensagens que não paravam de chegar. Ora se a pessoa tem tempo para assistir televisão e conversar em redes sociais por que não arrumar a casa.


Depois de muito refletir e conversar com alguns amigos cheguei à conclusão que eles não têm sequer a noção de higiene e postura necessárias para uma vida digna. Claro que não estou generalizando, contudo a grande maioria não recebeu os ensinamentos e nivelamento existente no que se refere saúde pública. Algumas pessoas não tinham sequer lâmpadas em casa por opção já que energia elétrica havia e pela situação facilmente poderiam adquirir algumas pelo preço de R$10,00.


A cada visita que faço tenho mais a certeza que após conseguir a I.F o correto seria sair desse país, no entanto, ir para onde? O mundo inteiro está um caos. A Coreia do Norte ameaça os EUA. China e Rússia a qualquer momento irão entrar na situação. Estado Islâmico reclama todo tipo de ataque. A que ponto chegamos. Nossos jovens estão cada vez mais retardados morrendo por um jogo imbecil da balia azul.


Ao iniciar essas linhas pensei que estava muito pessimista e ao terminar tive certeza. Claro que não vou desanimar, só peço a Deus que abençoe todos para que possamos mudar o nosso destino para melhor.



quinta-feira, 20 de abril de 2017

Morreu por dinheiro



O mês de Abril veio pipocado de feriados e eu como não sou bobo estou aproveitando o máximo o tempo do ócio remunerado. Para se ter um ideia aqui na minha cidade só esse mês foram 3 sexta-feira seguidas sem contar a quinta-feira do dia 13-04. Para muitos conhecidos, principalmente a galera do trabalho que labuta de segunda a sexta é sempre um motivo para viajar e realizar eventos que duram mais de um dia. Acho interessante esse momento de descanso, porém é necessário ter prudência, pois é nessa que o dinheiro escorre entre os dedos sem vermos algum retorno real.






Claro que não vejo quem gasta com distração uma pessoa incauta, longe disso, acho até válido, o problema é que não consigo entender a linha de raciocínio de um indivíduo que quando recebe o salário do mês já diz que não sobrou nada e como há alguns feriados consegue aproveitar todos esbanjando em passeio, bebidas e viagens. Após muito analisar cheguei à conclusão que só tem uma explicação para isso que é o endividamento com o cartão de crédito.


Eu por exemplo aproveitei todos, fui a restaurantes, tomei açaí e muita cerveja com carne, claro que tudo divido entre amigos e Cia, e dentro do orçamento.


O que era para ser um sonho se transforma em pesadelo para alguns. No primeiro instante no impulso do consumo a pessoa tem liberado o hormônio do prazer como explica este especialista:


“Pedro de Camargo diz que a experiência de comprar algo desejado cria euforia e aumenta a liberação de dopamina no cérebro. Conhecida como o neurotransmissor "dê-me mais", a dopamina ativa o centro do prazer em certas partes do cérebro e nos faz ter vontade de repetir a experiência. É por isso que, às vezes, compramos demais”


Depois de passado essa euforia e o prazer em gastar sem possuir provisões suficientes para os meses que virão os endividados começam a procurar coisas ou situações para colocar a culpa e o que é muito comum é que esse mal estar comece em casa. 


Já vi algumas pesquisas que citavam que o principal motivo para os divórcios se deve a questões financeiras, e não são questões positivas não, hahaha, assim seria fácil não é mesmo? O que causa a separação e as diversas brigas é a falta de dinheiro.






Acima podemos ver o tamanho do desespero de quem não se programa para viver uma vida confortável. Não adianta nada a pessoa querer ter um padrão de vida super elevado ao custo de dívidas acumuladas, consórcios e financiamentos se não tem a certeza que conseguirá manter esse estilo pelo tempo que quiser.


Muitas são as mulheres (eu conheço casos) que se casam buscando tão somente o conforto e luxo nunca alcançados em seus lares pobres e humildes. Não julgo quem faz esta escolha, no entanto, quando a pessoa não consegue manter o padrão que fora acordado anteriormente no momento pré nupcial há um completo repudio imediato no que se refere a querer voltar ao “status quo”, ou seja, muitas diante da primeira dificuldade apresentada pelo cônjuge não suportam passar por um momento de privação e acabam piorando a situação de quem busca se restabelecer e nesse momento diante das dificuldades da vida, quem não tem controle emocional acaba realizando essas barbáries.


Não acho que sou bom o suficiente para dar conselho a pessoas sobre como proceder, mas sei o suficiente para alertar como não fazer algo errado. Graças a Deus não por experiência própria e sim por ser um bom observador da vida social. Fico feliz em saber que os amigos que aqui procuram evoluir comigo também compartilham dessa dádiva.



segunda-feira, 17 de abril de 2017

Comodismo do emprego mediano



Concurso atual


Após um extenso feriado – parei de trabalhar na quarta-feira à tarde e retornei hoje – me deparei com a notícia que o concurso que eu estava estudando a pelo menos cinco anos está na iminência de sair. Em pleno período mais conturbado que o país vive sem falar nas finanças deficitárias tanto da União quanto dos Estado me deparei com o comodismo do meu cargo mediano.


Quando fui empossado no cargo em que exerço minhas funções estava estudando a todo vapor, com o fim de galgar mais um degrau no organograma da máquina estatal. Estava afiado aquela época, no entanto, o cargo que eu pretendia ocupar teve o edital publicado durante o 9° período da faculdade, assim não iria preencher os requisitos. Certo de que periodicamente tinha concurso, pelo menos eram a cada 3 anos, esperei ansiosamente e continuei estudando dia após dia. Conclui dois cursos presenciais e um à distância. Ou seja, empreguei tempo e dinheiro, já que os cursos não são nada barato, tirando o online que eu assisti com um amigo.


Cargo que almejo 



Agora não vejo mais aquela vontade de estudar ferrenhamente, penso que isso se deve ao fato de ter conhecimento da situação do meu Estado em cumprir com o mínimo para o servidor, ou seja, o salário. Dessa forma tenho preguiça de estudar passar e não ser chamado, sem contar com o tamanho desemprego o que certamente ocasiona um maior número de candidatos aptos e afiados para abocanhar uma vaguinha.


Outro fator se deve ao salário que possuo hoje, que não é nada demais, contudo com o curso que fiz a minha expectativa de médio prazo é aumentar a remuneração de 30% a 50%, se isso acontecer meu salário em relação ao novo cargo ficará apenas 30% a menos. Claro que 30% por mês não é nada mal, mas é preciso avaliar que com maiores salários vêm maiores responsabilidades, e isso o novo cargo tem de sobra.



Sabotagem

Nesse ínterim percebi que meu cérebro tem me sabotado e esta me falando para não despender tempo com os estudos novamente. Porém a razão clama ao contrário, já que meu curso superior, até o presente momento não serviu em nada, pois quando passei no cargo era de nível médio. 


Dessa forma terei que iniciar a parte mais difícil para se realizar qualquer coisa quando não se quer, qual seja o convencimento para si mesmo. Você amigo leitor já deve ter passado por alguma situação análoga em que os contras falam mais que os prós mesmo sabendo que no fim vale à pena tentar.


Ao avaliar minha real situação, não há motivos para não estudar a não ser a falta de perspectivas acima, no entanto, sabemos que as crises são passageiras e com toda certeza elas se vão, e quando forem ficaremos melhores do que antes se fizermos boas escolhas no momento atual.







Coragem


Portanto cheguei à conclusão que vou tentar, é melhor ir a campo do que não ter a chance de participar da luta. Serão aproximadamente 4 meses de estudos e pretendo ir voltar a pegar o gosto pelo negócio, haja vista que o concurso é totalmente jurídico e a maioria da matéria é do meu interesse pessoal. 


No fim se não der certo, estou preparado para outro, ou nenhum, já que com a terceirização nem sei se terá concurso mais para este cargo. De qualquer forma vamos lá.


terça-feira, 11 de abril de 2017

A pessoa só não é rica por que não quer!




Estava conversando com um amigo de infância e depois de rememorarmos diversos acontecimentos que marcaram aquele período começamos a analisar qual rumo tomou os outros amigos que não estavam presente no momento. Dentre vários que foram citados e - com certeza as orelhas queimaram – lembramos-nos do boneco. Bonecão ou simplesmente boneco era um menino muito ativo e com compleição física avantajada em relação aos seus contemporâneos, isso se deve a genética herdada de seu pai, homem sisudo de personalidade e pedreiro de profissão.


Desde cedo boneco ajudava o pai nas obras que pegava, principalmente em nosso bairro que era nada mais que uma fazenda antiga fatiada por ruas tortas, resultado da falta de controle e expansão demográfica inexistente naquela região nos anos 80.


Nessa época havia muitas oportunidades de emprego, dessa forma não era muito comum o cidadão exercer profissão autônoma, já que qualquer galpão te empregava por alguns salários mínimos. Recordo-me que a maioria das crianças sentia orgulho quando falavam em sala de aula que o pai trabalhava na empesa “x” ou “y”. O forte no cinturão metalúrgico do meu Estado é a indústria automobilística. Era uma verdadeira disputa no colégio e não poucas vezes saia alguma briga quando o assunto era qual o patriarca era mais bem empregado.


Claro que havia alguns requisitos para o candidato a vaga ser empregado, nada muito difícil, era apenas um filtro básico para se ter certeza que aquele operário não era uma pessoa totalmente sem instrução. Na verdade o quesito principal era ser alfabetizado e só. O que o pai do boneco não era, por isso teve que trabalhar nas construções civis da vida.


Boneco sentia vergonha de ter o pai naquela situação. E como as crianças são seres sem escrúpulos no quesito zoação eles não perdoavam. Dessa forma, boneco cresceu querendo que seu pai fosse um daqueles funcionários, no entanto, a vida não o permitiu e como pedreiro continuou.


Nessas idas e vindas boneco por hábito também aprendeu o nobre oficio do pai e com isso começou a ganhar o pão, mesmo à contra gosto. Acredito que por isso caiu na vida boemia e se entregou para o álcool o que o deixou de dar tudo de si para construir um verdadeiro império, já que seu senso crítico e seu comprometimento com o trabalho eram de um zelo sem igual e longa era a fila de espera dos clientes abastados que boneco angariava a cada linda obra entregada.


Porém como já expliquei ele pisava e ainda pisa na bola com alguns contratantes, não por ser má pessoa. Longe disso. E sim por não saber controlar o emocional e financeiro. Ele é uma pessoa que recebe muito bem pelo que faz, no entanto, assim que vê a cor do dinheiro, cai na noite e não para enquanto não gastar tudo. Assim não sobra ânimo nem saúde para trabalhar mais e manter o negócio girando.


Meu amigo e eu fizemos nossas contas e descobrimos que boneco, como pedreiro de acabamentos (pisos) cobra cerca de R$30,00 reais o m². Caso ele assente 15m² por dia ele ganharia trabalhando 25 dias por mês o equivalente a R$11.250,00. Ou seja, o que se acha derrotado de hoje, se fosse comprometido ganharia mais que todos, EU DISSE TODOS, os amigos que cresceram juntos. E já ouvi relatos que ele assentava até 25m² por dia. Imaginem a quantidade de dinheiro que esse homem deixa de ganhar.






Isso serve para vermos que o mundo é dinâmico e nem tudo que hoje te dá um “status” permanece pelo tempo. Os metalúrgicos daquela época hoje ganham em torno de R$2.100,00 por mês, e isso não é nada comparado a um pedreiro.



Em relação ao pai do boneco, ele fez sua aposentadoria em casas de aluguel, hoje possui 5 e vive dessa renda. Vários amigos que esbravejavam aos quatro cantos que o pai era dessa ou daquela empresa não tem nada mais que um único barracão onde morou a vida inteira e ainda divide com os filhos e as respectivas esposas e netos que esses trouxeram.


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Aventuras da Independência Financeira




Ao atingir a I.F precisamos nos programar para não sermos um cidadão simplesmente ocioso. Acredito que todos nós devemos contribuir com a sociedade de uma forma geral, há inúmeras possibilidades para quem tem tempo livre e ajudar outras pessoas é extremamente gratificante. Pode observar a sua comunidade e ver o que ela mais precisa, há creches, asilos, entidade filantrópica, projetos sociais esportivos, ou seja, quem quiser se tornar útil após ser dono do seu tempo conseguirá.


Uma das coisas que pretendo realizar, quando chegar a esse patamar – para o observador incauto de fora acha impossível – é conhecer lugares, passear, explorar, aventurar. Dessa maneira coloquei na ponta da tela do notebook algumas simulações que me deixariam verdadeiramente feliz e com satisfação de ter atingido a meta de vida.


Programar o roteiro



Um trabalho prazer que eu teria todo santo mês seria escolher o roteiro que seguiria. Seria uma infinidade de locais relacionados e de preferência começaria pelo nosso país. Explico o porquê. Todo ano eu costumo viajar nas férias e sempre fiquei por aqui. Conheço somente os Estados do sudeste e um do nordeste. Creio que não tenho ainda a maldade e conhecimento necessário para ser um mochileiro internacional, dessa maneira faria um estágio no brasilis e adaptaria as possíveis situações atípicas que pudessem surgir. Até por que em seu país tudo é mais fácil de contornar, sem contar que tem a questão da tranquilidade. Qualquer coisa que sair dos trilhos você tem a quem recorrer rapidamente.


No exterior, como não tenho experiência, não sei qual seria minha reação diante de um imprevisto, por exemplo, como aconteceu com amigos da blogosfera. 


Tipo de Condução


Quem acompanha o blog sabe que gosto muito de motocicleta e com certeza o principal meio de transporte que utilizaria seria esse. Nas viagens de até 1.000km é super tranquilo e dá para fazê-las em dois dias curtindo a paisagem e claro parando em alguma cidade programada, de preferência que também seja turística, já que você tem tempo quem sabe não fica mais um pouco.


O veículo de duas rodas te dá uma visão e sensação que não se compara a extensa lataria acolchoada de um carro. Nesse você vê a paisagem, naquele você faz parte dela. Alguns pessimistas irão levantar a questão do perigo de acidente ou morte. Para esses eu uso o meu otimismo, levando em consideração ainda que não tenho pretensão de acidentar tão pouco de morrer, dessa forma sigo com minha ideia.






Gastos esperados



Vamos às projeções realizadas por mim e o que seria ideal para custear o sonho. Como possuo casa própria e os gastos nela são irrisórios, vejamos:

·         Água: R$20,00
·         Energia elétrica: R$40,00 – R$50,00
·         Internet: R$80,00
·         IPTU: R$20,00 anual
·         Limpeza da piscina: R$15,00 mensal


Não terei problemas maiores com esse fator. Tenho vontade de passar no máximo 10 dias do mês viajando e os outros 20 dias em casa, e claro me envolvendo nas atividades que gosto, correr, malhar, tocar uma viola, e me doar em algum setor para a comunidade.


Creio que com meu modo de vida frugal algo em torno de 7k me bancam facilmente. Para ter uma renda passiva desse montante acredito que os 1kk dão conta tranquilamente, além do que se conseguir uma taxa de 1% ao mês e retirar os 7k ainda reinvestiria 3k para não perder para inflação ao longo do tempo. Aliado a isso é lógico que ainda vou mexer com alguns negócios paralelos que me dão prazer, como “catiras” e venda de produto com boa margem de ganho.


Pois bem, com meus 7k mensais eu gastaria em casa durante os 20 dias, as contas fixas, e com comida (almoçar fora, aqui o self servisse com churrasco consigo desconto e pago R$8,00) algo em torno de R$2.000,00, estou sendo ostentador, já que faço tudo isso atualmente com apenas R$1.400,00 o mês todo e os R$2.000,00 serão para apenas 20 dias.


Os outros 10 dias de viagem dividi da seguinte forma:

·         Pousada ou hostel: R$100,00 diária (já vi muito mais barato)
·         Alimentação (almoço, lanche e jantar): R$ 460,00 (já vi muito mais barato).
·         Gasolina e gastos com moto: R$150,00 (considerando 1.000km com óleo incluso)
·          Passeios temáticos: R$ 500,00
·         Cerveja e baladas: R$1.500,00


Total: R$5.610,00


Ou seja, ainda sobraram R$1.390,00 para imprevistos ou aquisição de coisas, como roupas, troca de veículo, supérfluos. Sem contar que a projeção da viagem fiz para cima, já que em muitas regiões você não gasta praticamente nada. Outrora também não irei de moto e todos sabem que carro gasta mais ou até avião então pego o que sobrar e acumulo para outras situações. Sem contar que nem sempre conseguirei ficar 10 dias em algum local, podem ser 7 ou 5, vai saber.



Não sei se viajei na viagem demais, contudo compartilho com vocês o que espero para minha tão sonhada I.F.