sábado, 18 de fevereiro de 2017

Atividade física e pensamentos financeiros


Nesse período do ano não tenho tempo de frequentar a academia, pois estou fazendo curso à noite e realmente não estou com saco para acordar às 06h00min e treinar. Já fiz muito isso na época de faculdade. Não faltava nenhum dia, porém os tempos eram outros, a idade também. A rotina se resumia em acordar cedo na correria, malhar, voltar em casa tomar banho arrumar e trabalhar. Sair do trabalho na correria e direto para faculdade, chegar em casa e dormir às 00h e acordar novamente para malhar...


Realmente o peso da idade fala mais alto, não que eu me sinta velho e sem disposição, ao auge dos meus 30 anos. No entanto, não tenho aquela mente de molecote que tem necessidade de ficar fortinho e impressionar a sociedade, kkk. Dessa fase já passei e confesso que hoje sem me importar tanto com o corpo faço mais sucesso com a mulherada do que antes. Acredito que seja pelo motivo de estar no ápice do sexo masculino. Ou seja, emprego razoável com salário de mais de 5k, carro, moto, casa própria, com profissão (advogado, mesmo que não exerço) e potencial milionário.


De toda forma ainda possuo um corpo bacana, resultado de anos a fio na musculação e mesmo sem malhar acredito que sempre ficarei com peitoral definido, barriga reta, ou melhor, físico atlético. O que me tornou assim foi a mudança de hábito.


Depois que comecei a malhar e tomei gosto uma vida saudável virou rotina. Não como qualquer coisa, não por ser chato e sim por não gostar de me entupir de qualquer coisa industrializada. Normalmente como de 3 em 3 horas, sem dificuldades também, pois faz parte de mim.


Pelo menos 3 vezes por semana pratico corrida. Sempre saio às 07h e corro em um parque próximo a minha casa, o trajeto é exatamente 3km e só dou uma volta, isso por que faço em jejum (potencializa a queima de gordura).





Quando tenho tempo estou fazendo 20 minutos de musculação com corpo livre e as vezes com auxilio de dois halteres de 4kg cada.


Sempre procuro ao longo da pratica da corrida principalmente ficar pensando na liberdade da I.F e como será mais prazeroso realizar esses exercícios que gosto sem correria e obrigação de terminar rápido para poder ir ao trabalho. Penso também em mil e uma formas de chegar ao objetivo final realizando intermináveis cálculos mentais. Gosto muito disso e ainda ganho com o bom funcionamento do cérebro que mesmo sendo testado na parte física consegue desempenhar com afinco sua parte intelectual.


Quando estou em casa praticando os movimentos, gosto de colocar o youtube e ouvir as palestras do Bastter e outras pessoas da área de finanças. Cada dia aprendo mais e nem percebo. Pelo menos estou sintonizando o conhecimento financeiro da mesma forma que anos atrás acionei o botão da parte física.


E assim como esse já faz parte de mim aquele certamente estará entranhado da mesma forma e como um aliado, pois terei além da ótima saúde, resultado do condicionamento físico terei também a saúde financeira.





terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

O que na realidade nos motiva a Independência Financeira?



Sempre que acompanho os relatos dos amigos da finança percebo que o objetivo é sempre próximo, isto é, a liberdade financeira e o desejo de ser dono de si. No entanto, isso parece que está virando clichê!


Certo é que todos nós temos que ter algo a nos motivar e seguir com afinco essa jornada sinuosa. Acontece que nem sempre foi assim. Calma, eu explico! Sou uma pessoa muito observadora e sempre me interessei por pessoas mais velhas. Dou certa atenção aos mais idosos, não por “pagar” de bom moço, mas sim por que eu gosto de histórias, sejam elas lidas, encenadas ou faladas. E o que andei observando nos últimos anos, pelo menos os que me interessei pelo tema financeiro. É que os idosos nunca contam com entusiasmo a vontade quando na mocidade de parar de trabalhar e ser dono do próprio tempo.


Aqui faço um adendo e reforço que já conversei com pessoas de todas as classes sociais, desde diretores de multinacionais, onde laborei, passando pelo setor público do alto escalão e descendo ao não menos importante Sô Zé da capina da prefeitura.





Em nenhum momento foi relatado por esses nobres senhores o desejo de na fase da juventude acumular capital para curtir a vida e fazer o que bem entender. Não sei se o motivo para essa mudança de paradigma sejam os dias atuais. Não arrisco falar que são mais difíceis que antes, pois só quem viveu um período sabe o quanto de dificuldades passou.


Tenho uma suposição, posso estar errado, mas acredito que seja bom coloca-la em discussão. Nos dias atuais estamos cada vez mais exigentes com tudo ao nosso redor. As metas, as concorrências e as inúmeras tarefas a todos imposta parecem deixar o cérebro mais cansado do que antes. O sem número de obrigações que carregamos nas costas no decorrer de um dia de serviço parece nos deixar totalmente esgotados.


Para aumentar essa incrível demanda a tecnologia veio para atrapalhar. Isso mesmo! São mensagens via e-mail com recebimento automático e aviso ao remetente. Antes um comunicado era feito por carta, ou telefone quando ambas as partes possuíam. Telefone celular nem se fala, o negócio estressante, adicione um ZAP ZAP então, tá fudido é mensagem o dia todo. GPS em veículos para monitorar sua rota, etc.


A simplicidade de antigamente deixa o trabalho com um ar mais romântico. O empregado desenvolvia suas tarefas, voltava para casa e ficava com a família. Talvez por esse motivo ninguém comentasse muito sobre acumulo de capital.



Particularmente eu trocaria uma confortável vida sem violência e estresse por uma I.F, mas isso hoje é utopia, pelo menos em nosso país. Dessa forma prefiro seguir com o objetivo e ter mais uma opção de conforto no futuro.



terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Série – Os veículos que já tive e seus custos – Parte 2-3



Fala comigo futuros milionários. Como estão nesta semana? Tudo bem né, espero que sim!


Como prometi vou continuar a série em que relato os veículos que já tive e os seus respectivos custos. Claro que não vou esmiuçar um a um, pois quem já acompanhou o post anterior (http://lawyerinvestidor.blogspot.com.br/2017/01/serie-os-veiculos-que-ja-tive-e-seus.html), viu a enxurrada de motos que eu já possuí.


Hoje vou falar dos automóveis. Esse objeto tão cobiçado pelos homens em toda parte do globo terrestre. O marketing é incrível, pois ele conseguiu colocar em nossas brilhantes mentes a necessidade de se ter um veículo tanto quanto ter uma fêmea ao lado.


Tudo isso aliado ao liberalismo econômico que fez crescer a maior economia global (USA) com seu gênio, HENRY FORD que criou o "fordismo", isto é, a produção em grande quantidade de automóveis a baixo custo por meio da utilização do artifício conhecido como "linha de montagem", o qual tinha condições de fabricar um carro a cada 98 minutos, além dos altos salários oferecidos a seus operários — notavelmente o valor de 5 dólares por dia, adotado em 1914, e até hoje estudado por anos a fio pelos alunos de todo mundo nos livros de história, nasceu o desejo pelos automóveis.



Comigo não podia ser diferente, gosto muito de carros, porém ainda não posso ter os que eu realmente desejo. Desta feita me contento com os populares que surgiram para me afastar do nefasto e humilhante transporte público brasileiro.

Quanto tirei habilitação ainda não possuía o devido domínio da máquina e sem a possibilidade de comprar o meu, acabei tento que partir para as motos. Só então quando fui aprovado no cargo público em que ocupo que me vi obrigado a dirigir automóvel. Já que um dos requisitos para o ingresso era possuir CNH “B”.

Foi então que recorri ao meu pai e humildemente pedi umas aulas praticas no carro dele. Um uno 95 muito conservado. Fui empossado e com o aumento do salário comprei o carro do meu pai. Na época paguei 8k e fiquei super satisfeito, pois agora podia sair com as garotas sem amarrotar o cabelo ou tomar chuva no lombo.

Como o carro estava na minha família há 10 anos ele não tinha nenhum problema, muito pelo contrário tinha até acessórios passando do limite. Como calhas (coisa de velho, arranquei na hora), uns piscas de baiano e outros badulaques.

Aprendi a dirigir realmente nesse carro, com ele peguei BR, fiz balizas, fui pra cachoeiras, usei de motel, enfim fiz de tudo um pouco.

Meu segundo carro foi um gol G4, 2 portas feio pra porra. Peguei em um leilão, usei durante dois anos depois troquei com lucro em uma Strada Adventure.

A Strada era linda, lembro que quando troquei eu voltei uns 6k para o antigo dono e no final lucrei 2 k, além dos dois anos de uso do carro antigo. Ela precisava de pneus novos, ai um amigo me sugeriu colocar umas rodas esportivas. Não gosto muito de incrementar, contudo ele me mostrou que o jogo de rodas usada com pneus praticamente novos sairia apenas R$ 300,00 mais carro que só trocar os pneus.

Assim o fiz, e para minha surpresa o negócio ficou maravilhoso. Chamava muito a atenção da galera e foi o melhor investimento, pois quando eu quis vendê-la, só consegui passar rápido por causa das rodas. Todo mundo vinha olhar as rodas e não o carro. Kkkkk. Até que um molecote de 21 anos comprou sem nem olhar o motor. Foi só pensando em rebaixar e colocar um sonzão.

Meu atual carro é um Siena 2010, normal. Só exijo ar condicionado e direção hidráulica. Pretendo ficar com o carro mais uns dois anos no mínimo. Sou o terceiro dono e ele nunca bateu e a pintura e interior estão novos.

A média dele com gasolina e ar condicionado é de 15,4 km/L. Nada mal né! Rodo só finais de semana e quando chove, no total são 1.000km/mês. Já estou com ele há um ano e só troquei óleo que sai por R$60,00. Até agora nada de manutenção que me custou algo significativo e até os pneus estão 60%. Só Alegria, pois quando comprei foi a 3k abaixo da tabela e o antigo dono trocou correia dentada, filtros e óleos.

Mas meu sonho de consumo são as caminhonetes. Ainda vou ter uma Ranger dessas com a frente toda espelhada, de preferência branca. Gosto muito de mato então ela seria ideal. Quando tiver um patamar bom de dinheiro vou me planejar e comprar uma.


No próximo post vou falar sobre meu tesão que são as motos de alta cilindrada e minha experiência com uma 600cc.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Minha alavancagem de risco e quase outra super perda.



Em um post anterior relatei como minha falta de conhecimento e amadorismo me levaram a cair em um golpe de mestre,http://lawyerinvestidor.blogspot.com.br/2017/01/perdi-r-1000000.html. Isso mesmo, só que o mestre foi quem criou a fraude, pois lesou uma cidade que só de população tem aproximadamente 1kk de habitantes.


Tenho – ou tinha – um perfil um tanto agressivo no que se refere a investimentos. Sempre quis tomar o caminho mais rápido. Acredito que eu era nada mais que o retrato do jovem ambicioso, em que não medem os riscos e pula de ponta em uma possível chance de alavancagem.


Diante dessa situação vou relatar outra historia em que o dinheiro e eu somos os protagonistas e um lote em uma área invadida é o coadjuvante. 


Na cidade onde moro de tempos em tempos aparecem áreas na região da periferia em que não tem o devido controle por parte do município no que tange ao plano diretor espacial. Na verdade essa é uma realidade do país e não só da minha gloriosa cidade. 


Pois bem, em um bairro próximo ao meu tinham umas terras abandonadas de uma empresa que faliu. Passou-se o tempo a população mais carente e outros “interesseiros” começaram a invadir parte do terreno. A meus caros, esse era o estopim para um remoção demográfica digna de filmes de guerra. Em que populações se movem através das fronteiras a procura de outros ares.


Grosso modo, o que se passou foi o seguinte. Uma galera enorme de outra favela invadiu as terras e em menos de 5 meses já haviam construído seus barracos, casas, lojas, puxadinhos, e afins, com tal velocidade que dava inveja até ao engenheiro que reconstruiu a rua que desmoronou no Japão.


A regra na época da invasão era a seguinte:

- Quem tiver o maior capital para comprar arame farpado demarca sua gleba.


E foi bem isso que aconteceu. Favelados da noite para o dia se tornaram verdadeiros latifundiários. E com o passar do tempo iam fracionando a área e vendendo por preços módicos. Dessa forma angariavam verba para realizar a construção do seu imóvel. Bem engenhoso, não?


O tempo passou e o local foi se tornando prospero ao ponto de receber os dois serviços básicos prestados pelas Cia de energia elétrica e água tratada

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Como a empresa era falida, ninguém reclamou a área e o município fez vista grossa, já que estavam em época de eleições. 


Foi ai que eu entrei. Como já tinham se passado dois anos e os moradores estavam totalmente estabilizados, inclusive com comércio local (padaria, depósito de matérias de construção, papelaria) resolvi investir em um pedaço de terra. Lembro que paguei algo em torno de R$8.000,00 por 300m². Era um lote de esquina e minha intenção era construir duas lojas e alugar (pois morar ali não dava). Fechei com o “proprietário” e fiquei com o terreno.


No decorrer de 4 meses surgiu um imprevisto. Uma pessoa se dizendo dona do terreno conseguiu uma liminar de reintegração de posse. Estava diante de outra possível perda. Intervir no processo como terceiro interessado, explicando minha condição de comprador de boa fé (sim comprei e paguei quem invadiu são outros 500). Alguns políticos também abraçaram a causa (populismo é foda). Mas a liminar foi cumprida. 


Com apoio da PM e muito quebra pau eles conseguiram derrubar uns 10 barracos. O que inflamou a população e passados 4 dias a liminar tinha perdido a eficácia por intervenção do MP. Porém nada estava ganho, ainda existia a demanda em curso e sabia que a qualquer momento poderia perder novamente. 







Foi então que anunciei o terreno que foi comprado imediatamente por um empresário da região que sabia da situação do local, inclusive da liminar, etc. Vendi pelos mesmo R$8.000,00 depois de 13 meses.


Ele então construiu uma loja e vendeu a outra parte por R$30.000,00, isso mesmo, kkkkk. O processo não terminou, no entanto duvido que outra liminar volte a ter validade contra a população. Já se passaram 3 anos e o local só se desenvolveu, e agora já tem até atendimentos básicos do município.


Esse é o risco das alavancagens meus amigos. Dinheiro não cai do céu e depois que fiquei sabendo disso não exponho mais todo meu capital a risco. Podia ter me dado mal. Sorte que o prejuízo foi pequeno, ou seja, apenas a desvalorização do período.






terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Patrimônio Financeiro JAN/17: R$ 19.792,00 ou + R$ 4.275,00ou (+ 22,71%) + Carteira de mulheres (+75%)

Hoje vamos passar a régua em mais uma etapa da independência financeira. O caminho por aqui (blog) está bem mais fácil de ser seguido e a cada dia estou mais perto da meta.


O mês de Janeiro foi um mês ótimo para meus aportes. Normalmente é uma época em que as pessoas reclamam do excesso de contas e não se programam corretamente. Ainda não paguei completamente as despesas principais que tenho como IPVA da moto e carro e IPTU, pois divido e vou usando o capital para esse fim, sem tocar no aporte.


Aportes:


Nesse mês realizei três aportes durante o período de trinta e um dias, sendo dois de R$2.000,00 e um de R$275,00, o que totalizou R$ 4.275,00. Levando em consideração que paguei meu curso à vista no valor com desconto de R$1.320,00, acho que foi um mês produtivo. Sem o curso seria R$5.595,00. Belo número!


A principal fonte dos aportes foi o meu salário, somado ao 13° e minhas férias. Um pouco de rendimento e outro pouco de juro de empréstimo.


Pois bem o mês fechou no total de R$19.792,00, ou seja, 22,71% de aumento na carteira. Sei que no começo qualquer dinheiro de aporte dá um volume considerável no montante. Mesmo assim é muito empolgante ver números com duas casas decimais de evolução.


Minha carteira atual está em:


Renda fixa

- CDB com liquidez diária: R$17.222,00;

- Poupança: R$50,00.

Renda variável

- Gafisa um lote:     R$246,00

- Cemig 30 papéis: R$274,00

Capital alocado a risco

Empréstimo: R$2.000,00


Meu rendimento passivo totalizou o montante de R$192,00.






Carteira de mulheres

Completou exatamente um mês que eu terminei o namoro de um ano e oito meses (eu acho). Estou super tranquilo nesse quesito até por que eu voltei ainda mais a ativa. Antes de terminar eu tinha umas 3 a 4 garotas que saía esporadicamente. Algumas até dormiam lá em casa. Agora com o termino meu número subiu para 7 lindas moças.


A que estou apaixonado e dou mais atenção é uma mocinha morena, de cabelos lisos até no cofrinho, com corpo esbelto no auge dos seus 18 aninhos. É companheiros, o ditado é mais que certo “cavalo vei gosta de comer capim novo”. Como faz diferença uma moça mais nova né? Minha ex tinha 28 e era muito bonita e atraente, mas concorrer com uma jovial com 10 anos a menos é muito injusto.


Incluí também na minha carteira de mulheres uma moça linda e independente de 28 anos (não dá pra dar detalhes), uma branquinha com 22 e uma mãe solteira de 37.


A mãe solteira é um ponto fora da curva, pois não gosto de mulher mais velha. No entanto, ela é dessas marombeiras de “cross fit” e muito gostosa. Cabelo até na bunda e pelos tratamentos que faz, a bunda está bem lisinha pela idade. O que me tira de cabeça é que tem dois filhos que nunca vi e nem quero. Vou aproveitar um pouco mais ela e depois deixar seguir seu caminho.


Vida social:


Esse mês sai umas 4 ou 5 vezes em locais baratos, os famosos espetinhos. Fiz um evento em casa que foram vários amigos, com direito a churrasco, cerveja, vodka e piscina. Galera ficou muito chapada e eu também. A ponto de não me lembrar de muita coisa no dia seguinte. Acredito que por culpa da vodka.


Estudos:


No curso que estou fazendo está tudo indo muito bem. Matéria fraca, de fácil assimilação. O sentimento é que não há motivos para ter uma exigência de tirar um certificado tão simples. Acredito que seja somente para gerar receita para os donos de cursos.

Trabalho:


Tudo na mesma. Sem expectativas de crescimento no curto e médio prazo. Já penso em dedicar mais a outras formas de gerar renda. Pois meu plano anterior de estudar para concurso não acredito que seja a melhor saída no momento.


Obrigado por passarem por aqui novamente.