domingo, 10 de setembro de 2017

Além de servidor, agora sou empresário!





Sei que não tenho sido assíduo aqui no blog, parte dessa ingerência se deve ao fato de ter havido algumas mudanças em minha rotina – e foram para melhor.


Acredito que já contei nesses mais de 60 posts que sempre tive uma veia empreendedora, certo é que não tenho certeza se já foi relatado. Portanto como estou com preguiça para procurar e não para escrever, vou descrever algumas experiências que já tive e se sobrar disposição irei falar da loja que irei inaugurar em outubro do corrente ano.


Tenra idade


Comecei minha vida profissional empreendendo aos 6 anos de idade no bairro fazenda em que cresci. Naquela época não existia água encanada, tampouco energia elétrica e o bairro estava iniciando a passos de tartaruga. Porém os bairros vizinhos que foram planejados já possuíam todos os recursos que faltavam ao nosso e sempre contávamos com a benevolência dos nossos amigos limítrofes quando precisávamos conservar um alimento no congelador ou mesmo tomar um banho de chuveiro vez ou outra. A amizade nos anos 90 eram bem melhor e como a violência era baixa a relação com vizinhos era praticamente familiar. Vários laços se formaram naquela época.


Voltando ao assunto, o nosso bairro tinha muitos trabalhadores da área da construção civil, que labutavam incessantemente de baixo de um sol escaldante e sem opção de se refrescar. Assim, sempre que íamos na casa dos vizinhos do bairro ao lado eu gostava de tomar um chup-chup (para outros geladinho). Sendo assim pedi minha mãe para que fizesse alguns para eu vender, já que era comum na época eu ver crianças fazendo isso na rua. Foi então que ela com a falta de recursos que tinha comprou o saquinho de suco em pó fez o líquido e pediu para eu ir ao bairro vizinho com uma caixa de isopor buscar uma forma de gelo. Então ela quebrou o gelo e colocou algumas pedras dentro do saquinho. Aquilo era o melhor que podia oferecer naquele momento.


Sai com minha caixinha, mesmo sem saber dar troco e vendi todos eles. Fiquei muito feliz naquele dia e minha mãe disse que ninguém tinha me dado o tombo no dinheiro.


Posteriormente já mais maduro comecei a trabalhar com meu pai em um serviço que não gostava nenhum pouco, já que exigia força física.


Vamos ao início deste causo.


Meu pai sempre foi peão de empresa da área da metalurgia e assim com todas as variações econômicas ficava na mão do Governo em suas desastrosas decisões. Certa vez uma crise em 1996 ou 1997 não me lembro, bem bateu a nossa porta e deixou meu pai (a única fonte de renda) desempregado. Concomitantemente minha mãe tinha ficado grávida e as duas noticias deixaram a casa em um clima pesadíssimo.


Meu velho como veio do interior sempre correu atrás das coisas e nesse período a prefeitura da nossa capital tinha distribuído algumas senhas para cadastrar camelôs. Meu pai ficou sabendo e dormiu longos tempos nas infindáveis filas para conseguir uma vaga. Com a força de Deus ele arrumou.


Agora era o problema, ele tinha a vaga, mas não tinha mercadoria nem dinheiro para comprar. Já que estávamos vivendo da ajuda da minha avó, que generosamente além de um cesta básica nos dava tudo que podia.


Assim um “espertão santo”(já já saberão o porquê) ofereceu meu pai em comprar o ponto da barraca, já que não se sujeitava a dormir em filas para conseguir a vaga. Meu pai na situação em que estava teve que aceitar imediatamente. O acordo era o parcelamento da vaga em algumas vezes com a primeira parcela vencendo a partir do trigésimo dia do pacto.


No dia acordado meu pai foi ao encontro do “esperto” e este informou que não tinha dinheiro algum e se meu pai quisesse receber seria através de mercadorias. Mas meu pai que antes tinha vaga e não tinha mercadorias se via diante da falta de vaga e abundância de mercadoria, que coisa não?


Impotente diante da situação aceitou sem ter opções à forma de pagamento. E com a cara e coragem foi vender na rua os produtos para recuperar o prejuízo. Para o seu espanto ele vendeu tudo rápido e com grande aceitação.


Dessa forma ele procurou o agora “santo” e pediu que adiantasse os pagamentos em mercadorias, e assim foi feito. Cada vez ele vendia mais e mais e os pedidos só aumentavam, até que precisou obter outros fornecedores.


Para vocês terem uma ideia comparativa amigos, no início dessa fase meu pai quando foi mandado embora recebia um salário mínimo, nos dias atuais algo em torno de R$950,00 para sustentar 3 pessoas e uma bebê a caminho.


Depois de 6 meses no ramo da venda imposto pelo “santo” meu pai ganhava em média R$10.000,00 por mês (números apenas exemplificativos). Imagina só literalmente do lixo ao luxo.


O ruim que no começo como não tínhamos carro eu andava quilômetros a pé com meu pai carregando sacolas pesadas visitando clientes. Depois ele alugou uma carroça, mas eu tinha vergonha, pois os garotas me zoavam muito. Até que ele comprou um Passat e passei a gostar de ir com ele. Kkkk.


Adolescência


Depois de uns 4 anos dessa fase boa meu pai resolveu construir apartamentos para alugar e como eu estava com 15 anos me colocou na obra. Eu odiava ser servente de pedreiro, assim fiz inscrição e fui ser menor aprendiz ganhando um salário mínimo com 15 anos (era rico).


O contrato acabou com fiz 18 anos e montei minha primeira loja. Foi uma lan house, com o dinheiro que economizei trabalhando.


Era a primeira do bairro, na época só tinha internet discada e jogos em rede eram CS e NFS. Aluguel uma das principais lojas da avenida (um salário mínimo) contratei um funcionário (um salário mínimo) e comprei 7 máquinas top financiadas, mas dei entrada. No final do primeiro mês depois da inauguração contabilizei cerca de 11 a 12 salários mínimos. Paguei todo mundo o que devia e comprei mais 2 máquinas à vista.


Depois disso tirava cerca de 5 salários para mim e queimava o resto.


Quando entrei para faculdade por minha conta e risco vendi a loja.


Nessa época meus pais já tinham a loja deles, roupas, armarinho, papelaria, tinha de tudo.


Depois também fecharam para descansar.


Quando estava na faculdade passei no concurso e assumi o cargo. Depois que me formei ajudei meus pais a abrirem outra loja, só que agora na área de alimentação. Deu muito certo eles trabalharam uns 3 anos nela e venderam dando lucro, só que cansaram novamente. Comércio alimentício é foda. Para se ter uma ideia eles venderam a loja dando para cada um líquido mais o que eu recebo por mês tendo curso superior e concursado.


Plano atual


Já falei que a onça que eu arrumei é empresária e seu ramo pelo pouco tempo que pude observar é um dos melhores que existem. Ela tem uma clínica voltada à estética de mulheres (não é salão de beleza). Como conversamos muito sobre empreendedorismo ela me disse que irá ministrar alguns cursos na área (na época de curso ela chega a ganhar uns R$7.000,00 por dia, já que cada aluna paga R$800,00 e ela tira R$100,00 com material e só fecha turma com 10, à duração do curso são 8 horas) e tem dificuldade em conseguir os produtos e materiais para suas alunas iniciarem suas atividades.






Dai eu entrei na hora, como ela é conhecedora chegamos à conclusão de fazer uma sociedade e abrir uma loja na cidade especializada no nicho que ela irá lecionar.


Fui fazer a pesquisa de campo e cheguei à conclusão que tem apenas um fornecedor na capital e este possui duas lojas. Portanto eu serei o único concorrente. Estou chegando ao mercado no começo, pegando o pão quentinho.


Assim já aluguel uma loja em uma movimentada avenida, comprei a maioria do estoque. A média de margem de lucro dos produtos são 400%. Já marquei com o contador e farei um curso no SEBRAE semana que vem para poder sanar algumas duvidas e bola para frente. Essa semana também viajarei para São Paulo para comprar algumas coisas que estão faltando.


Tem a preparação da loja que iniciará no dia 15 de setembro e todos os móveis que serão instalados (tudo planejado) e o melhor o curso será dado no mesmo espaço, ou seja, as alunas saíram com a teoria e poderão ter o acesso aos produtos no mesmo local.


Pois é pessoal o texto ficou extenso, mas tudo bem já que faz algum tempo que não escrevo. Aos poucos vou divulgando algo para os que se interessarem.


Obs: Todos os custos da loja foram divididos e minha parte vem de uma conta que possuo para gastos extraordinários, ou seja, não afetará em nada minha carteira. O dinheiro que tenho nessa conta para se ter ideia me deixaria no patamar de 100k, porém por precaução sempre o deixei lá e agora vi que serviu para algo. E se não der certo eu e a onça temos nossos meios de renda normal, nada nos afetará, pois não dependemos da loja para subsistência. Inclusive devo permanecer com os aportes na média esperada para o ano de 2017.


Fiquem com Deus!  


quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Patrimônio Financeiro Agosto/17: R$ 70.907,00 ou + R$ 5.151,00 ou + (7,83%)




Passando para mais um fechamento. Esse mês foi muito corrido e com grandes novidades, estou começando o projeto que me deixará em uma situação super tranquila financeiramente.


Aos pouco irei falando mais sobre o que irá acontecer. Consegui realizar um aporte volumoso, porém no mês que vem acredito que será o que era combinado desde o início do ano, ou seja, R$1.700,00, pois estou colocando cartas no jogo e com isso postergarei os investimentos que serão bem melhores que os atuais.



Aportes:


Fiz um aporte de R$4.000,00 esse mês o que me deixou bastante satisfeito, visto a peridiocidade desse valor. Conseguir realizar os investimento e ainda gastar um bom dinheiro em outros negócio paralelos, como a compra de ouro.


Falando em ouro esse mês não arrematei muitos lotes, porém vendi algumas peças o que me garantiu uma boa grana extra. A peça que peguei é exclusivamente para derretimento e elaboração de peça nova que será vendida com valor agregado.








Minha carteira atual está em:



Renda fixa


- CDB com liquidez diária/ LCA/LCI/Poupança: R$46.765,00;




Renda variável


- 177 ações Abve3: R$ 3.515,00
- 140 ações Ciel3  : R$ 3.140,00
- 200 ações Odpv3: R$ 2.570,00
- 176 ações Egie3:  R$ 6.353,00
- 121 ações Bbas3: R$ 3.714,00
- Corretora            : R$   22,47

JUROS S/CAPITAL 73 BBAS3 R$12,47.









Capital alocado a risco


Empréstimo: R$6.000,00


Meu rendimento passivo em renda fixa totalizou o montante de R$675,47, pouco melhor que mês passado que foram R$519,00 e abaixo do esperado que eram R$700,00



Carteira de mulheres
  


Vivendo quase uma vida de casado, devido principalmente ao fato do novo projeto.



    Blog


Foram apenas dois posts no mês, porém teve uma galera legal comentando, gosto muito das discussões.


AdSense




Mês: $ 1,58.
Acumulado: $ 14,56. 
Total: $ 16,14.



Fiquem na paz de Deus!


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

A favela que cresci e suas histórias



Animei contar um pouco da minha história e acho interessante o blog para esse fim, já que ele será algo como um arquivo que quando eu quiser acessar estará disponível para ver onde quiser e quem sabe não revele para algum familiar antes de partir.


Lembro-me quando tinha entre 4 ou 5 anos de idade, morávamos meu pai minha mãe e eu em uma casa simples que meu pai construiu em meio lote que conseguiu comprar com a herança de meu avô, que nunca conheci.


A localização em termos de proximidade da área comercial/urbano era excelente, contudo a nossa casa era a última de uma rua sem saída e por azar o muro que delimitava a área dava acesso ao beco de uma favela.


Além disso, a alguns metros a frente passava um córrego com o esgoto de toda a cidade, as imundices que desciam daquele local era inexplicáveis e perdi às vezes de quantos ratos visualizei andando tranquilamente em cima das casas e dos muros das residências vizinhas.


Com apenas 5 anos de idade já vi pessoas sendo esfaqueados, homens correndo da polícia e levando tiros, pessoas desconhecidas pulando no meu quintal e ganhando outras casas com o fim de despistar os milicianos que estavam em sua captura.


Recordo que um dia estava brincando no passeio de casa com alguns carrinhos e um punhado de areia que tinha na calçada quando percebi uma gritaria tremenda a umas 5 casas para cima da minha. Não sei ao certo o que a imagem que vi significada, porém consigo discernir exatamente qual foi a minha reação ao ver um homem segurando o braço para não cair do corpo e atrás outro homem correndo com um facão a mão, e o pior no fundo da imagem havia uma mulher com aqueles bob’s de cabelo igual à dona Florinda e vestida apenas com uma toalha. Toda a cena era pintada de vermelho, desde os passos que se iniciaram na porta daquela casa até os que se perderam no beco em que minha casa limitava. E diante de toda essa situação eu só conseguia rir, kkkkk, eu gargalhava com tudo aquilo, penso que fiz alguma analogia a algum programa que teria visto na televisão.


Quando meu pai ouviu os barulhos correu para me pegar e tapou meus olhos para não ver o sangue no chão – que eu vi sair do corpo vivo e quente da vitima que corria para se salvar.


No final das contas fiquei sabendo que o marido saiu para trabalhar, como de costume, e quando chegou inesperadamente encontrou o “quase sem braço” com sua esposa no maior amasso. Ato continuo ele pegou seu facão amolado que ficava próximo a um fácil local de acesso (provavelmente para usar contra ladrão) e não hesitou de desferir alguns golpes, vindo a causar várias lesões corto-contundentes.


Tatuagem

Não me esqueço de quantas vezes se reuniam pessoas mais velhas na porta da minha casa para fumar (só hoje descobri que era maconha). Eram rapazes mais velhos e de certa forma mal encarados como se diz. Minha mãe mantinha uma vigila em cima de mim quando esse pessoal estava na área, contudo eu sempre dava um jeito de sair e ver o que acontecia.


Certa vez abri o portão e um dos rapazes acredito que me cumprimentou com alguma brincadeira e eu respondi algo engraçado e todos ficaram rindo. Ali teria se formado algo como uma amizade ou pelo menos uma admiração deles comigo.



Percebia que vários possuíam tatuagens, e isso no inicio dos anos 90 era inconcebível, porém eu gostava dos desenhos e me imaginava com algumas no meu corpo. Sendo assim, um dia fui até o portão com uma caneta bic e pedi para o que imaginei que seria o mais antigo dos rapazes para que fizesse em mim uma tatuagem. Eles novamente riram até da minha cara, e atenderam o meu pedido. Lembro até hoje que por alguns dias ia novamente e pedia para fazerem e sempre que meu pai via aquilo me batia e fazia lavar na hora.


A mudança


Como falei, morávamos em uma área com saneamento urbana próximo a dos países africanos e especulava-se que passaria um viaduto bem em cima da nossa casa. Meu pai como não é bobo tratou de levantar informações e como tudo indicava que era verdade optou por vender a casa antes da desapropriação (que seria pago em um valor ínfimo).


Conseguimos comprar uma casa em um bairro distante e afastado que não possuía energia elétrica nem água encanada, contudo ficava longe da violência e do viaduto.






O bairro em que moramos até hoje na época se assemelhava mais a uma fazenda fracionada, pois por todos os lados que se olhava só via gado e árvores. Acredito que foi uma fase difícil para meus pais que estavam acostumados ao conforto de um banho de chuveiro elétrico, água encanada, geladeira e se viram em um local sem nada.


Pra mim era uma grande aventura e adorava todo aquele ambiente bucólico em que cresci, tinham vários amigos na rua e uma área incrível para se brincar.



Hoje o bairro virou algo próximo do antigo, muito valorizado e já possui certa violência, quem comprou terrenos naquela época para investir hoje está rico.




segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Final de semana em condomínio de luxo





Olá amigos, passei aqui para estampar em alguns linhas a experiência que tive em um evento que ocorreu na capital do meu Estado e de tabela fui lá com a onça acompanhar, já que ela participou.


Não sou corretor imobiliário, tampouco um pesquisador de preços de imóveis de luxo, no entanto posso afirmar que se o condomínio não for o mais luxuoso deve ser o mais famoso. E apesar da nossa persistência e disciplina, com apenas a I.F não dá para morar ali, realmente os moradores daquele local tem a plena riqueza no sentido literal da palavra. Para se ter noção ouvi dizer que os lotes que ainda estão vazios valem algo em torno de 1kk.


Convite


A onça fez inscrição para participar do evento e me intimou convidou a ir junto. Perguntou se eu gostaria de participar e que ainda havia inscrições que poderiam ser preenchidas na academia que ela malha (academia de rico). Até que o preço não era alto, algo em torno de R$120,00, porém a modalidade esportiva não me agrada nenhum pouco e se fosse corrida eu estava dentro.







Local


O condomínio em si eu já tinha ido à outra ocasião a convite de um amigo para um churrasco. A perspectiva que tive foi que é igual aos países desenvolvidos, com todas as casas com jardins bem cuidados, arquitetura fantástica e um monte de coisas que não seria apropriado descrever, já que provavelmente devido a minha pouca cultura no assunto, acabaria por pecar em alguns termos técnicos.


Pois bem, o evento é mundialmente conhecido e pude perceber pelo esplendor e glamour da preparação e patrocinadores. Havia todo tipo de marcas de todos os gêneros, desde alimentícios a carros e motos de luxo. 


Assim que chegamos fomos pegar o kit para a onça, além da camiseta que é de praxe veio uma sacola lotada de objetos e alimentos como barras de cereal, cappuccino, macarrão, bala, whey protein, viseiras, revistas esportivas, etc. Só pelo preço da inscrição aquela sacola quase se pagava.

 
Ao passearmos em alguns estandes todos os presente podiam participar de diversas atrações que haviam gratuitas. Para se ter uma ideia havia marca de suplementação que estavam distribuindo Pack de whey de graça e você poderia pegar quantos quisessem. Claro que ninguém enchia a bolsa, pois o nível dos participantes é muito elevado e apesar de não haver ninguém monitorando quantos você poderia pegar, reinava o bom senso das pessoas que possuem noção, ou seja, aquilo estava ali para você experimentar e não para saquear.


Participei de algumas brincadeiras e também voltei com muambas para casa, como Squeeze, viseira, fotos tiradas e reveladas na hora, iogurte, etc.


Mulheres


Amigos do céu vou contar a vocês! Fiquei boquiaberto com o número de belas mulheres por m², eram de todos os tipos, desde as marombadas até as delicadinhas com cara de “Sandy”.


Era uma multidão de panicat andando de um lado para o outro, mulheres bem educadas, rosto liso, pele macia e suave, andar de passarela, sorriso cativante e tudo que vocês podem imaginar de bom. As pernas (que pernas) todas torneadas e a mostra, para facilitar a pratica esportiva, a cintura devidamente marcada e a grande maiores com seus seios siliconados. Papai aqui ficou doido. 


Tinham também as modelos contratadas para os estandes, contudo, apesar de serem sinônimo de beleza, essas não se destacavam tanto, pois as participantes eram tão boas quanto, ou melhor. Devem ter ficado triste por isso, visto que sempre são muito cobiçadas em eventos onde o público principal é masculino, como salão do automóvel.


Conclusão


É bom frequentar esses ambientes e sair da rotina. Quanto mais locais bons e prósperos irmos maior a probabilidade de conhecermos alguém interessante ou visualizar projetos e situações que nos façam crescer.



Abraços.